Clipping

Media | Clipping | Frezite Group
 Jul 16, 202012 horas atrás

Frezite apresenta a nova serra silenciosa Serenus

 Jun 22, 20203 semanas atrás

A Harmonia e a Precisão no Corte dos Materiais

In Revista Intermetal.

 May 18, 20201 mês atrás

Coronavirus: Frezite contra protecionismo da UE aos mercados asiáticos

In Dinheiro Vivo.

 May 4, 20202 meses atrás

A Harmonia e a Precisão no Corte dos Materiais

In Revista Intermetal.

 Mar 12, 20204 meses atrás

Empresários ainda não estão a recorrer às ajudas do Estado por causa do vírus.

O efeito dominó não é apenas externo. A Frezite, que começou por ser apenas uma empresa de ferramentas de corte e hoje se estende ao setor aerospacial, está a “reforçar a atividade” tendo em conta “a instabilidade do setor automóvel”, explicou ao ECO, José Manuel Fernandes. O fundador do grupo explica que a empresa tem em vigor o seu próprio plano e contingência, que poderá passar por colocar alguns trabalhadores em regime de teletrabalho. “Estamos preocupados com o período mau do setor automóvel, tendo em conta o défice de estabilidade quanto às fontes energéticas, em stop and go, em múltiplas áreas”, explicou o empresário. Assim, a Frezite “está a apostar nos outros núcleos” que tem vindo a desenvolver como o da aeronáutica, aeroespacial e metalomecânica de alta precisão, onde “temos novas oportunidades”, acrescentou.

Link: https://eco.sapo.pt/especiais/empresarios-ainda-nao-estao-a-recorrer-as-ajudas-do-estado-por-causa-do-virus-estao-em-modo-solidariedade-e-desenrascanco/

In, Sapo| ECO

 Feb 5, 20205 meses atrás

Entrevista a José Manuel Fernandes. Presidente do conselho de administração do Grupo FREZITE

P: Como é que a guerra comercial tem afetado um grupo como a FREZITE, que tem uma grande atividade exportadora?

R: Vivemos com a gestão da incerteza. Temos de apostar no que é menos incerto e jogar aí a nossa estratégia do curto e médio prazo. Vamos ter períodos de abrandamento, de ajustamento, mas há novas oportunidades. Por exemplo, temos um impacto positivo do “Brexit”, pois começamos a ter novos clientes em Inglaterra. E os EUA estão a ter um reajustamento muito positivo, pois estão a reiniciar indústrias que tinham sido completamente perdidas, nomeadamente para a China. A China tem de perceber que não pode ser a fábrica do mundo e todos os países têm de dar trabalho aos seus cidadãos.

In, Jornal Expresso | Economia

 Feb 2, 20205 meses atrás

“A aeronáutica é um sector estratégico”

O Grupo FREZITE está a apostar nos negócios do espaço como uma área de desenvolvimento para o futuro

A FREZITE — Fresas de Precisão nasceu em 1978 da necessidade de reforçar a produção nacional ao nível de ferramentas de corte em Portugal, conta José Manuel Fernandes. “Queríamos trabalhar na indústria e dependíamos das importações de tudo e de nada. O país estava cheio de oportunidades.” Em 2012, passou o testemunho ao filho Tiago. E em 2018 levou o grupo a entrar nos negócios do espaço, uma área de futuro que pode vir a mudar o perfil da FREZITE.

A FREZITE está a alargar a sua atividade à aeronáutica. Vai seguir um novo rumo?

Nascemos há 42 anos porque sentimos que havia muitas oportunidades na engenharia de produção. Temos criado produtos e valor nas áreas da engenharia e ferramentas de corte virados para a exportação, e fomos evoluindo.

In, Expresso online | Economia

 Feb 1, 20205 meses atrás

“Devíamos ter um ‘Papa’ dos empresários”

José Manuel Fernandes, presidente do conselho de administração do Grupo FREZITE, defende que o patronato fale a uma só voz.
José Manuel Fernandes vai deixar a atividade associativa empresarial quando este ano terminar o mandato de presidente da direção na Associação Empresarial do Baixo Ave (AEBA). E confessa a frustração de não ver as associações patronais a falarem a uma só voz.
Vai deixar a vida associativa. Porquê?
Já fiz o meu percurso, já são 43 anos de associativismo. Agora devem estar lá os mais novos.

In, Expresso online | Economia

 Feb 1, 20205 meses atrás

José Manuel Fernandes, fundador da FREZITE: “Portugal precisa de imigrantes, de preferência qualificados”

José Manuel Fernandes, 74 anos, fundou a FREZITE há 42 anos, empresa que iniciou a produção de bens de equipamento para trabalhar madeira e que agora tem uma forte vocação exportadora. Numa altura em que se está a afastar do associativismo empresarial, elenca as medidas que considera necessárias para enfrentar estes tempos de incerteza. Mais formação e qualificação, reforço de mão de obra especializada, aposta na produção nacional e mais infraestruturas para fazer a ligação à Europa são algumas delas.

Como é que a guerra comercial tem afetado um grupo como a FREZITE, que tem uma grande atividade exportadora?

Vivemos com a gestão da incerteza. Temos de apostar no que é menos incerto e jogar aí a nossa estratégia do curto e médio prazo. Vamos ter períodos de abrandamento, de ajustamento, mas há novas oportunidades. Por exemplo, temos um impacto positivo do ‘Brexit’, pois começamos a ter novos clientes em Inglaterra. E os EUA estão a ter um reajustamento muito positivo, pois estão a reiniciar indústrias que tinham sido completamente perdidas, nomea¬damente para a China. A China tem de perceber que não pode ser a fábrica do mundo e todos os países têm de dar trabalho aos seus cidadãos.

In, Expresso online | Economia

 Jan 31, 20205 meses atrás

Grupo FREZITE transforma desafios em soluções

São quatro décadas de existência, marcadas por uma forte determinação, que permitiu ao grupo acumular uma experiência única, e construir uma organização sólida e uma estratégia ambiciosa. “Aqui o impulso é aceitar assumir riscos e dizer, ao mesmo tempo: eu sou capaz. Isto até é como começa um capítulo do meu livro, que foi editado e já vai na 2ª edição, para as empresas nacionais, portanto “Caminhos do Exportador”, em que o ser empresário começa exatamente por um eco dentro da pessoa, do empresário, de dizer a si próprio e fazer isso como um reflexo da sua imagem: eu sou capaz.

in, Lusopress | EMPRESAS E EMPRESÁRIOS

Informação
COVID-19